São dois filmes pelo preço de um. Temos uma visita ao neoclássico The Host de Bong Joon-ho (diretor de Parasita) com pinceladas de E.T. (Spielberg again...).
O que marca Hope como um fenômeno interessante é a tensão entre a camada inicial – sobrevivência contra monstros – e a reflexão mais profunda acerca da sobrevivência em um mundo hostil. São dois polos distintos, mas bem encaixados que coloca as dificuldades de comunicação como eixo principal.


